Para este Sábado quero vos deixar uma receita de bifes. Reconheço que pode ser um problema para o coração, mas comê-los, acreditem, dá cá uma satisfação...
Bom, então vejam, passo a passo, como se temperam, como se cozinham e como se comem estes suculentos bifes.
A primeira coisa é escolher a carne. Para esta receita de Sábado, nada melhor do que bifes de frango... têm um gostinho especial.
Temperam-se os bifes com sal, um pouco de pimenta preta e alho (o alho é essencial porque deixa no bife a marca dos sabores do país latino-mediterrânico, que nós somos). Como os frangos hoje são de aviário e são muito esbranquiçados e desenxabidos, se desejares, podes juntar ao tempero dos bifes um caldo de galinha para realçar o gostinho do frango. De seguida coloca-se azeite numa frigideira (outro sabor bem nosso) e pões ao lume. Quando o azeite estiver quente, fritas os bifes. De seguida colocas uma fatia de queijo açoriano em cima de cada bife. Não precisas de os deixar tostados, mas convém que fiquem bem fritos. Regas com um pouco de vinho da Madeira e deitas para dentro da frigideira um pacote de natas. Deixas ferver um pouco e pronto... agora é só sentires o gosto destes suculentos bifes de frango.
Como por cá ainda se continuam a espremer laranjas (é que nos deram uma fartura delas), vou acompanhar os bifes com o sabor de um sumo de laranja bem fresquinho.
Para finalizar este repasto, escolho figos para sobremesa.
Bom apetite e bom fim-de-semana!
(esta receita é o Pedro quem a faz cá em casa e é da sua autoria)
Após o "repasto": Depois de comer os "bifes", gostaria de informar que ficam mais saborosos se juntarmos uns "champignons".
Existem diferenças entre ambos, mas para alguns o objectivo é o mesmo:
Do Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea – Academia das Ciências de Lisboa. Verbo
Anestesia – Perda completa ou parcial da sensibilidade, provocada artificialmente, para aliviar a dor ou evitá-la. Supressão completa ou parcial da sensibilidade.
Hipnotismo – Conjunto de técnicas utilizadas para produzir em alguém um estado de quase semiconsciência ou sono artificial; conjunto das técnicas compostas essencialmente por mecanismos ou manobras de sugestão, utilizadas para produzir em alguém a hipnose.
Do Dicionário do Senhor Engenheiro
Anestesia – Mundial de Futebol de 2006.
Hipnotismo – Anúncios de grandes investimentos no país. Esta é uma técnica utilizada por alguns governos, assim que se esgotam as reservas de anestesia.
Ofereceram-me uma grande caixa com laranjas... digam o que disserem, são as melhores do mundo! São naturais, doces, sumarentas e deliciam qualquer um. São as laranjas do Algarve.
Espremidas ou mordidas, deixo-vos aqui uma garantia... em sumo ou aos gomos, até Domingo, vou come-las todas... uma a uma!
Mesmo que apanhe uma “laranjite aguda”, será para mim um enorme prazer...
Bom fim-de-semana!
Em tempos falei sobre a “arma secreta” do México, que se dá pelo nome de Nico. De facto não é algo que nos deva preocupar porque também nós, quando forem 15.00 horas e começar o jogo entre Portugal e México, teremos nas nossas mãos uma outra e muito mais "poderosa arma”. Estou a falar daquilo que todos nós, inclusive os jogadores, devemos fazer... ESTALAR OS DEDOS!
Nada melhor do que o “clap” dos dedos, para acordar aqueles que, sob o efeito de sessões de hipnose, se julgam invencíveis.
Força Portugal
Logo que criei um e-mail passei a receber daquela correspondência “melga-indesejada”, a que chamam de Spam! Direi que era algo “humanamente suportável” mas, de há um tempo para cá, não há mãos a medir.
Desde o “senhor Ahmed Azim”, à “senhora Armstrong”, passando pela senhora “Letícia” e pela senhora “Savimbi”, quase cento e cinquenta destes e-mails chegaram só a uma das minhas caixas de correio! Mas quem bateu o recorde foi a família “@virgilio.it”. Eis os nomes de alguns membros deste “imenso clã” (que se alguém desejar, tenho para troca):
Teresahearn
La primitiva
Elisa.zamora12
Lotto_office3
Aca.aca2
Paulbrem sen1
Itacaaward6
Paypay1
Lorettabay
Hansaan amie1
Itaca0
Micloto2
Josep.wangui
Damesa national3
Mic_lotto
Mic_lotto0
Mic_lotto1
Mic_lotto4
Universal.agent.s.a
Onlae_loteria
m.result
miclotoz
reginaahmed1
info_award1
rudibert001
pamelabricks3
patriciawalker7
phillips_doris11
Karlscholten
Meu querido sapinho… S puderes, PAM a todos eles. Usa DDT, químicos, pede uma qualquer fórmula ao Irão, usa um simples insecticida... mas ACABA com esta praga por favor que já não suporto mais.
Enquanto os brasileiros gritaram “grande golo de Kaka”, os Portugueses gritaram “grande golo de caca”.
Meus senhores... tenha sido de “Kaka” ou de “caca”, o facto é que este UM(zinho) significa 3 pontos.
Portanto saltem, gritem, esperneiem... mas para dizer “Força Portugal”
... e o importante é apoiar como sabemos!
Vamos ganhar, mó!
- “Qu’ria dar o nome ao nosso filhoo”, disse o homem de etnia cigana que, juntamente com a sua mulher, se chegou ao balcão de atendimento do Registo Civil. Depois da funcionária ir buscar os impressos necessários para o registo de mais uma criança, que sempre vai ajudando a contrariar a tendência da natalidade em Portugal, perguntou qual o nome que queriam dar ao menino.
- “Rajuu” – afirmou o pai com toda a convicção.
- “Rajú!?” - exclamou a funcionária; “mas esse nome não é permitido”
- “Aaaii! Como não é permitidooo... eu chamo-me Rajuu... qu’ria que o meu filho se chamasse Rajuu...” – respondeu o homem.
- “Chama-se Rajú!? Mostre lá o seu Bilhete de Identidade (...) mas aqui no Bilhete de Identidade está escrito que o senhor se chama Manuel João...”
- Num misto de espanto e indignação, aquele pai disse: “Manel Joãoo... nã pode seere. Sempre me chamaram Rajuu... se for ao acampamento e perguntar pelo Rajuu, toda a gente sabe quem é... diz aí Manel Joãoo!? Nã pode seere! O meu pai era Rajuu, desde criança que me chamam Rajuu...”
- A funcionária com muita calma, lá foi tentando resolver mais uma questão do dia – “Pois... o senhor até pode ter sido sempre conhecido como Rajú. Mas o seu nome, que está no Bilhete de Identidade, é Manuel João. Rajú não é permitido... olhe, vamos fazer uma coisa. Como o senhor quer que o seu filho tenha o seu nome, pomos-lhe Manuel João e lá na família chamam-lhe de Rajú... como fazem consigo. Pode ser assim?
O homem com um ar inconformado, olhou para a mulher que carregava o bebé ao colo e lá concordou com a solução encontrada. Enquanto isso, os outros três filhos do casal, com uma idade compreendida entre os três e os seis anos, lá corriam, gritavam e saltavam nos bancos da sala de espera, provocando nas pessoas que aguardavam a sua vez para serem atendidas caras de enjoo e má disposição... talvez pelos gritos, ou pelo ranho que escorria fora do nariz, ou simplesmente pelo cheiro característico de quem lida com animais e se aquece no calor das fogueiras...
De forma alguma sou contra esta iniciativa. Reafirmo aqui que aplaudo esta e todas as iniciativas culturais da Freguesia onde moro. O Rock da Ribeira marca o início da animação de Verão de Pechão. Dou e darei sempre os meus parabéns à Junta de Freguesia porque se tem preocupado com a cultura e a promoção de novos talentos da localidade e não só.
Não me quero repetir. Apenas frisar que o meu “protesto” manifestado aqui e por carta dirigida ao Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Pechão, não se refere ao evento em si mas sim ao local. Só lamento ter sido eu o único a fazê-lo. Muitos daqueles que pensam o mesmo não o fizeram, ficando a ideia que sou um “contestatário triste e só”.
Porque escrevi aqui que ainda não tinha recebido uma resposta por parte da Junta, cabe-me agora dizer que já a tenho. Agradeço e certamente teremos oportunidade de conversar pessoalmente.
Com esta posta dou por encerrado este assunto do Rock na Ribeira. Só me restam duas coisas: ir nessa noite dormir para outra freguesia, ou fazer o mesmo que os romanos... sempre que ouvem o Bardo Assurancetourix a tocar... muita salsa nos ouvidos!
A propósito do Rock na Ribeira enviei na semana passada um e-mail à Junta de Freguesia de Pechão. Como não recebi reposta alguma decidi enviar uma segunda carta, só que desta vez uma “carta aberta” publicada no blog do pechanense (sei que se enviasse para um jornal regional produziria mais efeito, porém poderia originar outras polémicas que não são, de todo, do meu interesse).
CARTA ABERTA
Exmo. Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Pechão
Cordiais saudações.
Como já tive oportunidade de lhe dizer no e-mail que enviei na semana passada, lamento o facto da Junta de Freguesia, da qual o Senhor é o Presidente, ter decidido realizar mais uma vez o Rock da Ribeira na Fonte Velha. Como bem sabe, os moradores que vivem junto ao local já várias vezes demonstraram o seu descontentamento pelo tremendo incómodo que causa tal evento. Incompreensivelmente os senhores persistem numa atitude que, a meu ver, demonstra falta de consideração para connosco.
Como também já o afirmei, aplaudo todas as iniciativas culturais que possam levar a cabo na nossa Freguesia, inclusive esta. Porém não posso deixar de mostrar o meu desagrado pelo facto deste evento, em particular, se realizar neste lugar. Acredite V. Exa. que, apesar de eu fechar as portas, as janelas e baixar os estores, tudo em minha casa estremece. A quantidade de decibéis emitidos pelas enormes colunas de som que são instaladas propositadamente para o acontecimento, creio que, qualquer dia farão ruir o prédio onde habito. Pelo que me lembro do ano passado, um dos grupos que cantava (que me desculpem os apreciadores deste estilo de música), que mais parecia uma sucessão de arrotos amplificados oitocentas a novecentas vezes, fizeram estremecer a cristaleira que tenho na minha sala (embora tenha mais vidros do que cristais).
Como sabe, na aldeia existe uma alternativa com muito melhores condições para o evento, ou seja, o Polidesportivo. Aí há muito mais espaço para o estacionamento dos carros, casas de banho (evitando que nas paredes e nos portões das garagens fique o cheiro provocado pelo “xixi consequente ao excessivo consumo de cevada”), melhores condições para um ou mais bares, a mesma Ribeira passa por lá (o que é essencial para continuar a justificar o nome do Rock) e, acima de tudo, está afastado do centro da aldeia.
Não contesto só por contestar. Nunca me ouviu falar do teatro ou do cinema ou ainda de todos os outros espectáculos que se realizaram aqui. Recordo-me duma noite de fados há uns dois ou três anos. Embora não seja apreciador deste estilo de música, não me incomodou absolutamente nada. Lembro-me que foi numa noite de Domingo e quando era meia-noite já estava tudo acabado. Ao contrário, o Rock na Ribeira prevê começar às 22.00 horas e acabar às 2.00 horas da madrugada. Além destas horas, que por si já são incomodativas, lembro-lhe o barulho dos ensaios antes e o barulho que continua depois do espectáculo acabar (barulho esse, feito pelos espectadores que muitas vezes ficam a discutir e a atirar garrafas de vidro à cabeça uns dos outros, e também pela empresa que fica a desmontar e a carregar toda aquela aparelhagem). Para agravar a situação deste ano, no dia seguinte (Sábado), antes das 8.00 horas, os pedreiros da obra que está a ser feita ao lado do prédio onde habito, já lá estão a martelar e a gritar (de facto gostaria de saber porque gritam eles tanto. Por vezes mais parece que moro ao lado dum mercado do peixe... mas isso é outro assunto)
Peço-lhe, porque creio que ainda é possível, faça o Rock da Ribeira no Polidesportivo. Lembre-se das crianças, dos bebés, dos idosos e doentes que moram a poucos metros do palco. Lembre-se que, apesar do dia seguinte ser Sábado e feriado, há pessoas que trabalham e necessitam de descansar.
Na certeza que V. Exa.dará a sua melhor atenção
e sem outro assunto
Jaime Fernandes
(pechanense)
Se és dos tais que costumas colocar a Bandeira Nacional nas janelas, nas varandas, até mesmo nos estendais de roupa, faz-me um grande favor. Depois de a pendurares dá um saltinho à rua e olha para ela... repara se as cores deste símbolo Nacional ficaram viradas para o lado correcto.
Obrigadinho e bom fim-de-semana!
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