"Não falta quem já considere a blogosfera como o quinto poder" (Vital Moreira, Colunista, Público)

Quarta-feira, 26 de Abril de 2006

Internet ADSL em Pechão

Com a velocidade com que se anda, hoje quem não tem Internet ADSL desespera. Por essa razão optei pela dita cuja... Apesar de morar perto de Faro e de Olhão o máximo de velocidade que se consegue em Pechão é 2.0 Mbps! Infelizmente, na prática não é assim. Embora apareça quase sempre uma janela a dizer “ADSL connection – Speed: 2.00 Mbps”, a verdade é que quando a ligo, por baixo diz “Sent: 323 Kbytes e Received: 647” (quando não aparece “1.6”). Já para não falar que nesta última semana o “Speed” tem andado por volta dos 1.4 Mbps, tendo chegado um dia à estonteante velocidade de 850 Kbps...

 

Cheguei à conclusão que ter ou não ter ADSL é a mesma coisa... quer dizer, existem diferenças. Paga-se mais e desespera-se mais.

 

Fico muito aborrecido quando sou enganado... e o SAPO tem cobrado um serviço que não é minimamente satisfatório. Lamento que por estes lados não haja outras opções porque assim não há “casamento” que resista...

 

sinto-me:
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escrito p/ pechanense às 12:50
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Segunda-feira, 24 de Abril de 2006

25 de Abril

Uma frase (que ouvi):

“Ainda bem que antes do 25 de Abril tivemos o Dr. António Salazar e não o Eng.º Sócrates.”

 

Uma dúvida (dos jornalistas e analistas políticos):

“Será que neste ano o Sr. Presidente da República vai levar um cravo na lapela?”

 

Liberdade de Expressão (minha):

Para assinalar a minha liberdade, criei um novo blog só de fotografias que nada tem a haver com o dia - ffotos

 

Comemorações (em Pechão):

No dia 24, no Clube Oriental de Pechão, pelas 22.00 horas, vai haver uma representação, feita pelos residentes, para comemorar o acontecimento.

 

Um facto (evidente):

O dia 25 de Abril de 2006 é feriado.

sinto-me:
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escrito p/ pechanense às 13:25
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Nada menos do que Grande...

 

O povo português tem o mau hábito do saudosismo. Constantemente fala das glórias do passado... "a forma heróica como corremos com os espanhóis e os franceses para fora de Portugal, a forma gloriosa como demos a conhecer novos mundos ao mundo", etc., etc. Mas na nossa história recente também temos muitas e Grandes coisas para relatar. Poderíamos falar dos Grandes magriços, da Grande Expo98, dos Grandes estádios e do Grande campeonato europeu que realizámos, do Grande (maior) rico com passaporte português, dos Grandes anúncios de projectos e investimentos feitos por um Grande governo, liderado por Grande Primeiro-Ministro (estamos a falar do Grande Aeroporto da Ota, do Grande parque de combustíveis de Sines, da Grande fábrica de pilhas, das Grandes OPAS, do Grande choque tecnológico, do Grande simplex, etc., etc.).

 

Nada menos do que Grande... Claro que estou a ironizar (embora não tenha muita vontade para rir)!

 

Neste Domingo tive a oportunidade de estudar uma Grande passagem Bíblica de um Grande profeta. O profeta Isaías escreveu que “toda a carne é erva e toda a sua glória como a flor da erva; seca-se a erva e caem as flores, soprando o hálito do Senhor. Na verdade o povo é erva; seca-se a erva e cai a sua flor, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente.” (Isaías 40:6-8) Sem dúvida alguma, os homens e os seus projectos são frágeis e indignos de confiança. Quando confiamos na nossa própria sabedoria, força e poder, tornamo-nos arrogantes e, mais cedo ou mais tarde, acabamos por cair. O profeta leva-nos a concluir que a melhor atitude não é o homem confiar no homem mas sim, depositar a sua total confiança na força e no poder divino. A força de Deus é eterna, enquanto que a capacidade humana acaba por falhar. Isaías diz ainda: “Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.” (Isaías 40:31).

 

sinto-me:
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escrito p/ pechanense às 11:12
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Quinta-feira, 20 de Abril de 2006

Soluções de um "Cocoró"

Em terras de "Ares Lusitani", banhadas pelas "imensas águas que envolvem as partes terrestres do mundo, onde habitam diversas divindades sob comando de Poseidon", veio a terreiro um “ilustre” representante do pensamento da direita (que neste assunto não diverge muito da esquerda), justificar e apresentar uma solução para o grave problema das “baldas” ao trabalho na “Grande Casa” (lugar onde se decide o destino do “Zé”).

 

Diz este digníssimo “semi-deus”, cujo nome se assemelha a um “Nhahan Cocoró” (não sabemos ao certo o significado de tal nome), que o melhor era (nas vésperas de grandes acontecimentos como foi este longo fim-de-semana da Páscoa ou como foi o jogo do Benfica-Barcelona), encerrar a “Grande Casa” para que aqueles que desejem ir embora mais cedo não fossem achados como faltosos.

 

Só mesmo o “Zé” para aguentar um “Cocoró” destes...

sinto-me:
escrito p/ pechanense às 17:13
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Quarta-feira, 19 de Abril de 2006

O óbito do chinês!

O cangalheiro entrou num qualquer Registo Civil do Algarve para tratar do óbito de uma pessoa. Procedimento habitual em qualquer parte do país. Entregou os documentos à funcionária e esta, para seu espanto, lê o nome Ling Chang Pum!

 

- “Mas é um chinês!?” Diz a funcionária. “É a primeira vez que faço um óbito de uma chinês... aliás, acho que aqui nunca se fez um!

 

O cangalheiro, homem dos seus cinquenta anos e com a aparente calma de quem a morte já não o espanta, levanta os seus olhos e, olhando por cima dos óculos colocados na ponta do nariz, fixa-os nos da funcionária para imediatamente voltar a colocá-los nos papeis que estava a ler. Abre a sua boca de onde sai uma única frase:

 

- “É que este estava fora de prazo.”

sinto-me: sem vontade de comer
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escrito p/ pechanense às 12:02
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Terça-feira, 18 de Abril de 2006

A falta de quórum da Assembleia da República

Por coincidência dois deputados do PP foram pais. É compreensível que não tenham ido trabalhar.

 

Os restantes deputados (apoiantes ou não do governo), quando chegaram ao parlamento e depois de marcarem o ponto, souberam do sucedido... como é natural, grandes amigos que são (para quem não sabe, eles só se opõem nos debates), ainda se aguentaram por lá durante a manhã, mas à tarde saíram para ir à maternidade ver os filhos dos colegas... estavam em pulgas!

 

Como é normal, o Parlamento ficou sem quórum!

 

Sabe-se agora que a ansiedade para ver os recém-nascidos era tanta, que se perderam pelo caminho... Vejam lá a coincidência: alguns vieram cá parar ao Algarve, outros às suas terras onde em tempos também nasceram e outros ainda a parte incerta.

 

Não seria melhor a AR comprar um GPS para cada deputado? Assim não se perderiam mais e sempre haveria quórum no local onde se decide (bem ou mal, isso é discutível), os destinos do país.

 

sinto-me: visitado
escrito p/ pechanense às 13:15
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Terça-feira, 11 de Abril de 2006

Páscoa

Tenho estado ausente e quando estou por cá, devido a esta época do ano, não tenho tido muito tempo para “blogar”. Porém quero, antes de mais nada, desejar uma boa Páscoa para todos!

 

Quero também colocar-vos o desafio de deixarem neste post a vossa definição de Páscoa.

 

Para ti, o que é a Páscoa?

 

Encontrei uma frase que para mim, de uma forma muito simples, define a Páscoa:

 

“A Páscoa é o protesto de Deus contra a morte

e a celebração de liberdade da morte.”

(J. Moltmann)

 

 

sinto-me: pascoal
escrito p/ pechanense às 10:13
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Quinta-feira, 6 de Abril de 2006

Vitórias Efémeras/Vitória Eterna

 

Vitória”, “Somos Campeões”, “Ganhámos”...

 

Certamente que estes foram os gritos que mais se ouviram quando o Barcelona ganhou o jogo ou ouvem-se quando algum clube ganha o campeonato. De facto é sempre bom festejar uma vitória, mas a verdade é que este tipo de vitórias são efémeras (como muitas outras que se festejam neste mundo). Todos os anos têm que lutar para vencer.


Porém existe uma vitória alcançada há dois mil anos atrás que não é efémera. Pelo contrário, esta é eterna. Também tem sido festejada, tanto aqui na terra como no céu, mas nunca mais foi preciso lutar para vencer. O
“Campeão” derrotou o seu adversário para sempre. Certamente que já notaste que estamos a falar de Jesus Cristo e daquilo que Ele fez pela humanidade.


A cruz é a marca da batalha titânica que se travou entre o amor de Deus e as forças do mal. Por palavras e por obras, Jesus mostrou a Sua determinação em vencer para que os homens e as mulheres fossem libertados do pecado e da morte eterna. Na cruz, aparentemente Jesus foi derrotado, mas Ele ressuscitou. Com a Sua ressurreição a batalha final foi ganha.


A partir do momento da morte de Jesus, os pecados passaram a ser perdoados e a própria morte derrotada para todos aqueles que, arrependidos da sua vida sem Deus, reconheçam que aquilo que Ele fez é válido para si e, voltando-se para o Criador, convidem Jesus Cristo a entrar na sua vida como Salvador e Senhor.

Não são necessários mais sacrifícios (lutas/jogos), tanto da parte de Jesus como dos homens e das mulheres.
“Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (I Pedro 3:18). Apenas necessitas a abrir a porta do teu coração ao “Campeão” e então irás sentir a alegria de festejar uma vitória eterna.



“Eis que estou à porta e bato;

se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta
entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo.”

(Apocalipse 3:20)

 

 

 

sinto-me:
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escrito p/ pechanense às 11:14
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Quarta-feira, 5 de Abril de 2006

"... o meu país"

 

Na semana passada o treinador do Benfica disse que os jogadores do Barcelona só tinham duas pernas. Enganou-se! Afinal, para além das duas pernas também tinham mãos e braços...

 

Nesta semana o treinador do Benfica disse que se demos dois aos ingleses, também podemos dar aos espanhóis. Espero que desta vez ele esteja certo!

 

Embora eu também não me ponha de joelhos, Senhor Jorge, eu gostaria muito de ver esta taça na “catedral” onde a águia fez o seu ninho :)

 

Termino dizendo que hoje, quando eram nove horas e dez minutos, enquanto conduzia, ouvi na TSF uma entrevista a um “benfiquista torcedor” e que passo a citar:

 

“Eu não quero magoar ninguém, mas Benfica para mim é o meu país”

(António Lobo Antunes)

 

 

sinto-me:
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escrito p/ pechanense às 12:14
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Terça-feira, 4 de Abril de 2006

Registar as galinhas...

Num destes dias, num Registo Civil aqui do Algarve, entrou um homem e uma mulher apresentando nas suas faces as marcas bem vincadas dos anos que passaram ao sol, de enxada na mão, num constante e árduo trabalho.

 

Vagarosamente o casal chegou-se ao balcão e, dirigindo a palavra à funcionária, disse:

 

“Boa tarde menina! Vínhamos registar as nossas galinhas...”

 

 

sinto-me: perna de frango
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escrito p/ pechanense às 12:24
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Segunda-feira, 3 de Abril de 2006

“... tem a ver com os genes”

Estava num consultório do dentista à espera da minha vez. Peguei numa revista, já com algumas semanas, comecei a desfolhá-la e, a certa altura, reparei numa frase da artista norte americana, Jessica Alba, que dizia o seguinte: “... o meu pai ficou muito contente por eu fazer parte da lista das 50 pessoas mais bonitas do mundo porque pensa que sou parecida com ele. Disse logo que tinha a ver com os genes...”

 

A verdade é que nenhum dos meus dois filhos foi distinguido como sendo “um dos 50 mais bonitos do mundo”, o que particularmente acho injusto (mas isso é outra questão). Tirando este pormenor, todas as pessoas que os conhecem dizem que “são a minha cara”. A mãe deles também concorda, pois ela está sempre a dizer “tal pai, tal filho” :)

 

Creio que todos os pais ficam vaidosos quando ouvem dizer que os filhos reflectem aquilo que eles são. Muito mais do que uma semelhança física, eu e a minha mulher ficamos orgulhosos quando as pessoas comentam que os nossos filhos revelam comportamentos que espelham aquilo que a mãe e o pai são e procuram transmitir-lhes por palavras e exemplo de vida.

 

Como cristão que sou, muitas vezes pergunto a mim mesmo se o meu Pai Celestial também fica envaidecido quando ouve falar de mim. Será eu que posso imaginar os anjos lá no céu a dizerem a Deus, “olha, estás a ver o teu filho! A sua vida revela santidade, amor, compaixão, fidelidade, serviço...” ao que Deus responde imediatamente:

 

“... sai a mim, tem a ver com os genes”

 

sinto-me: questionável
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escrito p/ pechanense às 10:13
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