Queridos amigos
Com um coração grato ao nosso bom Deus pela dádiva maravilhosa de Jesus, quero desejar-vos um Natal repleto de Paz e que o novo ano que se inicia vos traga a cada dia a infinita bênção divina. Um Santo Natal, Um Feliz 2006
Jaime Fernandes
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Só voltarei na próxima semana, ou seja, no próximo ano. Entretanto se desejarem, podem voltar no dia 30 de Dezembro para me darem os parabéns (depois digo qual é a morada para me poderem enviar os presentes eheheheh!)
Na Junta de Freguesia de Pechão encontra-se em exposição este Presépio Algarvio que é bem diferente do que estamos habituados a ver (embora também esteja lá um outro).
Se moras perto, desafio-te a vires visitar. De qualquer forma, convido-te agora a conheceres um pouco melhor este costume algarvio que, hoje em dia, já não é muito conhecido:
"No século XIX, no barrocal algarvio, nove dias antes do Natal, preparava-se a casa para armar o presépio ou armar o Menino, em cima da cómoda que estava em frente da porta da casa de fora. No chão, à frente, ficava uma esteira de empreita, muitas vezes com motivos geométricos polícromos. A cómoda era revestida com uma toalha branca e com larga renda pendente. Em cima, colocava-se um pequeno trono em escadaria, também conhecido por altarinho, escadaria, penha ou charola, que imitava o altar-mor da igreja. À medida que se elevava, os degraus eram mais estreitos. Outras vezes, colocavam-se as medidas de cereal, em escadaria, para se formar o trono. Este era coberto com um lençol ou toalhas de linho, com uma dobra de lençol de lindas rendas, com panos bordados pela dona da casa ou pelas filhas solteiras, onde abundavam motivos de cor azul e encarnada." (para leres o resto, clica aqui)
Há dez anos atrás, em Vila Nova de Gaia, aconteceu um Natal especial para nós. Nasceu o nosso filho mais novo. Ontem, dia 19, reunimos a família para celebrar este grande acontecimento familiar. Como é natural ele recebeu alguns presentes. Um deles foi o Monopoly - "O Renascer de Um Clássico".
Nesta reedição deixou de haver notas e moedas. Agora existe um banco electrónico, onde a palavra "mil" foi substituída pela palavra "milhões"... cada jogador tem um cartãozinho que carrega com 15 milhões de euros de crédito logo de início, para poder comprar propriedades, aeroportos, e tudo o mais... uma máquina onde introduzimos o cartão para pagamentos ou recebimentos... os dados são telemóveis, hambúrgueres, aviões...
Enfim! Está reunido numa caixinha tudo aquilo que precisamos para um serão em família onde, sonhando, nos podemos divertir a jogar os nossos milhões a comprar propriedades, casas, hotéis mas também novos aeroportos...
...é só usar o cartão de crédito!
Este dia pertence a este menino que faz 10 anos! É o meu filho mais novo.
Disse-o o candidato a Belém, o Doutor M. S. quando se referia à mulher de um outro candidato a Presidente de Portugal, o Professor A. C. S.
Terá sido engano!? Eu não sei se realmente o foi. A verdade seja dita. O melhor candidato para o actual Senhor P. M. é o Senhor Professor.
Pus-me cá a pensar se a candidatura proposta pelo PS não terá como intenção eleger o candidato que melhor serve os interesses deste governo, ou seja, o candidato apoiado pela direita!? Cá para mim estão a tentar dar aos portugueses algo cujo sabor não corresponde ao que se vê.
É como estas máquinas de café... metemos a moeda, seleccionamos o que queremos beber e quando levamos o copo à boca sentimos um sabor que nos pode fazer vomitar. Muitas vezes é só depois do "baah" que abrimos a máquina para ver o que estamos realmente a beber...
(um cafezinho? eh! eh! eh!) Bom, para que não ouças só a "musica" que eles te estão a dar, ouve esta que te dou eu... canta, dança, gesticula, alegra-te... é para isso que nós (o povo) cá estamos! ![]()
(Clica aqui) Bom fim-de-semana!
![MMj02867940000[1].gif](http://moc.blogs.sapo.pt/arquivo/MMj02867940000[1].gif)
- buracos a montes,
- saltos para todos os gostos,
- poeira q.b...
- e muitos dromedários que por lá passam todos os dias!
Clica aqui para veres o troço "Cruzamento do Lagar-Portugal Antigo".
O nosso muito obrigado à organização do rali!
Porque nos aproximamos do Natal, quero deixar aqui estes "Dez Mandamentos Natalícios" que copiei do Blog da ieba, onde também escrevo algumas coisas.
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1 - Honrar Jesus Cristo, o Senhor do Natal.
2 - Não gastar, na quadra natalícia, demasiado dinheiro, mas usá-lo em coisas úteis e na obra do Senhor, sem contrair dívidas.
3 - Não eliminar da festa de Natal o nosso Senhor Jesus Cristo.
4 - Santificar o dia de Natal.
5 - Reunir a família no Natal para maior companheirismo.
6 - Evitar nervos e preocupações.
7 - Não oferecer mais do que aquilo que se pode dar.
8 - Não esquecer os necessitados.
9 - Desejar a todos, COM SINCERIDADE, "Feliz Natal".
10 - Comportar-se no Natal, de modo que não se fique exausto - mental, física, moral, espiritual ou financeiramente, porque o Senhor não terá por inocente aquele que vive esse dia em vão.
(Extraído de "O Evangelista de Crianças", publicação da APEC)
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Bom fim-de-semana e prepara-te bem para o Natal!
A minha "veia poética" (que nunca ninguém a encontrou, nem mesmo eu), deu-me para escrever isto depois de visitar "A Padeira de Aljubarrota", a quem eu agradeço a (des)inspiração e dou as boas vindas a tão distinta patriota de "pá em riste!... em todas as direcções..."
Quando vier a Primavera
Quando vier a Primavera,
Se eu já cá não estiver.
A blogosfera florirá da mesma maneira
E os blogueiros não deixarão de postar se eu me passar.
A virtualidade não precisa de mim.
Sinto uma alergia enorme
Ao pensar que o meu desaparecimento não tem importância nenhuma.
O pechanense Dos "Poemas Desconjuntados" (Agosto/2005 - ?)
ainda duas notas:
1ª - de forma alguma pretendo igualar-me ao grande Alberto Caeiro! (só escrevi isto porque em mim não existia, o que é normal, uma pontinha de inspiração);
2ª - este post não é um prenúncio da morte do "pechanense". Nem em sonhos. Esta é só uma tentativa de chamar a atenção a algumas pessoas que ainda não deram importância àquela pequena frase de Vital Moreira, que se encontra no topo esquerdo deste humilde blog.
No outro dia peguei num livro de Manuel Alegre (O Quadrado) e, já nas últimas páginas, deparei-me com este texto.
"Seja como for a Guerra continua. Em sonhos ou não, continua. São quase seis da tarde e sinto que eles se aproximam. Todos os dias é assim, todos os dias defendo o meu quadrado. - És um homem sozinho e a tua guerra está perdida, gritam eles. Sei muito bem que estou sozinho. Mas enquanto me bater, a guerra não está perdida, ainda que se me perguntassem que guerra é eu não soubesse ao certo responder. Diria talvez que é a guerra de um homem no meio do seu quadrado. Um homem que se bate, talvez em sonho, porque tudo se calhar é sonho. Sonho de um sonho, lembro-me de ter lido algures. Que importa? Sonho ou não, eles aí estão, tenho de defender o meu quadrado, não há outro sentido senão este, lutar até ao fim, um homem não se rende, não seria bonito, seria, aliás, se me permitem, uma falta de educação, uma grande falta de educação.
Alegre, Manuel, "O Quadrado (e outros contos)", Dom Quixote, p. 75.
Perguntei a mim mesmo: "Será que o autor, que é candidato a Belém, estaria a pensar no partido a que pertence e no seu actual líder?"
(Diário Digital) (Diário Económico) A propósito da subida da taxa de juro do BCE e das consequências para Portugal, o Senhor Ministro das Finanças disse que "os portugueses terão de fazer um sacrifício".
Para aqueles que ainda não entenderam as palavras deste Senhor, aqui fica o seu significado, segundo o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa, da Verbo.
Sacrifício (do lat. Sacrificium) - "Privação de alguma coisa que se possuía; sofrimento; custo".
Sacrificar (do lat. Sacrificare) - "Tornar alguém vítima, causando-lhe prejuízo a fim de atingir determinado fim ou benefício".
Se foi isto que este Senhor quis dizer, então tudo ficou mais claro na minha mente. A partir de agora vou ficar privado do pouco que já tinha, vou sofrer (ainda mais) e, se achava que as prestações da casa e do carro me custavam a pagar, agora é que vou saber o verdadeiro significado do custo. Ficou ainda claro que estes senhores transformaram os portugueses em vítimas, causando-lhes prejuízo, a fim de atingirem os seus objectivos ou benefícios...
Porém, sacrificar pode ainda ter o seguinte significado: "Matar um ser vivo, oferecendo-o à divindade, a fim de obter o seu favor".
Se foi isto que o Senhor Ministro quis dizer, entendo perfeitamente quem é "o ser vivo" a imolar. Só não percebo três coisas:
quem é a "divindade"; que "favor" é esse e "quem vai ser favorecido" (porque, para quem não sabe, num sacrifício as vítimas geralmente morrem).
Peço-vos que "sacrifiquem" um pouco do vosso precioso tempo e me ajudem a encontrar respostas às minhas inquietantes dúvidas.
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