Sexta-feira, 28 de Outubro de 2005
(Continuação
deste post) 1. - Pensando melhor, ainda bem que o seu Manel não ganhou as eleições. Ufa! Já pensou na quantidade de beijos que este povinho dá... que horror. Já viu se eu agora fosse o presidente tinha que continuar aos beijos pela rua da capital. Não há orçamento familiar que aguente a despesa de toalhetes faciais... - Deixe-se de lamúrias querido... até porque foi a sua Babinha quem recebeu mais beijos. 2. (entre uma baforada de charuto e outra baforada de charuto, o cérebro militar pensa...) - Olha o pequenote... queria fazer de mim um escadote! A mim não... ninguém me faz de escadas... Agora, o Senhor Engenheiro sim! Aquele é que é um líder... um grande político... um homem com H grande... ele é um grande Primeiro! (e continuam as baforadas) 3. - Ó Marócas! Não vês que tendo tantos jovens a batucar atrás de ti durante a campanha, lá se vão as tuas sestas depois do almoço!? Para não falar de quando voltarmos a Belém! - Pois é! E agora com a reforma podia dormir mais descansado. Tenho que pensar numa solução... 4. (alguns dias mais tarde, num ajuntamento) - Comigo como presidente, os portugueses podem dormir descansados! - O papá... queria dizer mesmo aquilo ou queria dizer comigo como presidente, é necessário que os portugueses me deixem dormir descansado!? 5. Ah!... querem dinheiro para as vossas freguesias... se querem têm que me beijar os pés... de rastos. Para além disto, estou a pensar mudar o nome de Felgueiras... vou fazer o mesmo que fizeram com a Vila da Feira. Vou passar a chamar Santa Fátima de Felgueiras. Fica um nome mesmo bacana.
Quinta-feira, 27 de Outubro de 2005
Ouvi na televisão um jornalista a perguntar ao Senhor Aníbal Cavaco Silva: Consigo os portugueses também podem dormir descansados? (!!??)... mas o que é que isto significa!? Não bastava um, agora os senhores jornalistas querem outro candidato a cantar "músicas de embalar"!? Atenção: EU QUERO FICAR ACORDADO.
![j0315781[1].gif](http://moc.blogs.sapo.pt/arquivo/j0315781[1].gif)
O Senhor Mário Soares disse que com ele como Presidente da República, nós os portugueses podemos dormir descansados... Tenho estado cá a pensar o que é que ele quer dizer com isto!?
Sexta-feira, 21 de Outubro de 2005
Sabendo eu que de vez em quando há alguém da Junta de Freguesia a espreitar este blog, aproveito para sugerir ao senhor Presidente que aproveite esta ideia que vi numa nova urbanização à entrada da nossa freguesia. Estas Ilhas Ecológicas, na minha humilde opinião, podem não ser as mais económicas, mas são a melhor opção para a higiene e embelezamento da nossa aldeia.

Quinta-feira, 20 de Outubro de 2005
Conta-se que Voltaire, ateu convicto, foi convidado por Frederico o Grande, rei da Prússia. Na hora dos brindes, ele ergueu a sua taça e disse, zombando: - Troco o meu lugar no céu por um marco prussiano. Um silêncio constrangedor dominou o ambiente por alguns instantes, até que um outro convidado à mesa do rei voltou-se para Voltaire e respondeu: - Meu caro senhor, na Prússia temos uma lei. Quem tem algo para vender deve provar que o objecto à venda realmente lhe pertence. O senhor pode comprovar que possui um lugar no céu?
Terça-feira, 18 de Outubro de 2005
Garanto-vos que a ideia não é minha. Não sou eu o responsável. De qualquer forma o PECHANENSE agradece toda esta publicidade.



AVISO: Não vale a pena tentarem obrigar-me, que eu não pretendo apagar isto...
Segunda-feira, 17 de Outubro de 2005
Sexta-feira, 14 de Outubro de 2005

Para surpresa nossa aqui em Pechão, quando abrimos o Correio da Manhã do dia 12 de Outubro, deparámo-nos com esta fotografia e o destaque
FAMÍLIA COM BEBÉ DE OITO MESES TEVE QUE SER RESGATADA PELOS BOMBEIROS DE FARO. Esta senhora, Helena Quinta, com o seu neto ao colo, é uma pechanense, nascida e criada cá na aldeia. No fim do dia, quando a encontrei, pude ouvir da sua boca a história que vem relatada no Jornal. Fomos a Faro e estacionámos o carro no Parque subterrâneo da Pontinha, recentemente inaugurado. Entrámos no elevador para sair do parque, eram 19.00 horas. Assim que carregámos no botão, o elevador bloqueou! Estava eu, o meu marido, a minha filha e o meu neto. Accionámos logo o alarme e uma gravação informou que o apelo tinha sido registado. Vinte minutos depois, como não vinha ninguém, voltámos a tocar o alarme e a mesma pessoa comunicou que o técnico iria ser contactado. O calor naquele elevador, apertadíssimo, era insuportável. Não levávamos água connosco e meu neto começou a mostrar sinais de debilidade, ao ponto de termos que o despir. Decidimos então ligar para os bombeiros que, cinco minutos depois estavam lá e tiraram-nos para fora. Ao sair, Dona Helena Quinta, dirigiu-se ao funcionário da recepção. Este pediu desculpa, afirmando que desconhecia o que estava a acontecer, pois o alarme toca apenas na central dos elevadores, que é no Porto (eu escrevi bem - cidade do PORTO), através do qual é solicitado um técnico. Se este estiver em serviço fora de Faro, então as pessoas que ficarem presas dentro do elevador terão que esperar. Esta família ficou indignada e pediu o livro de reclamações, ao que o funcionário disse não ter. Tinha sim um outro livro improvisado para o efeito, que mais parecia um caderno, disse a avó do bebé. O CM apurou que este não foi o primeiro caso registado, embora o responsável pelo parque, Nuno Encarnação, admita que não é muito funcional o alarme dos elevadores só tocar na firma de manutenção. O mesmo responsável garante já ter alertado os responsáveis da empresa de manutenção com vista à resolução do problema. (CM, edição de dia 12 de Outubro) No dia seguinte ao incidente, decidiram participar à DECO. Depois da chamada telefónica percorrer duas ou três repartições, foram aconselhados a telefonar à Câmara Municipal para saberem qual é a empresa que gere o referido parque. Depois disso, deverão escrever a essa empresa uma carta com pedido de resposta em dez dias. Após a resposta deverão voltar a comunicar à DECO. É assim meus amigos...
Quarta-feira, 12 de Outubro de 2005
Desde Domingo que parece que tem chovido mais do que todo o Outono/Inverno passado. Hoje, quinze minutos de chuva bastaram para encher a Ribeira que passa na minha aldeia, coisa que não víamos há um ano.

Para veres fotografias desta Ribeira que passa em Pechão, clica
aqui!
Terça-feira, 11 de Outubro de 2005
1. Ò Babá... estou tão triste. Tenho vontade de chorar... Ò Manel! Não esteja assim. Vá, venha cá chorar no colo da sua Babinha! 2. Este murcão não mete o raio do microfone a funcionar... então... ai! ai! ai! ai! ai!... vai lá buscar outro micro... mas onde é que arranjaram este murcão... então... esse já funciona... dá cá já isso e desaparece-me da frente antes que leves uma cabeçada. 3. Ó Marocas. Eu avisei-te para não dizeres nada. Já me estou a ver à porta da prisão em dia de visitas. Não te apoquentes com isso. O tempo faz esquecer tudo. Além disso ninguém liga às baboseiras de um reformado como eu! 4. O papá mais a sua mania de falar. Quem lhe mandou dizer que esperava a minha vitória. Não sabe que já ninguém liga ao que diz. Se calhar uma cota parte da minha derrota em Sintra deve-se a si. 5. Depois disto vou construir um Santuário. Com o meu exemplo de moral e ética, só me falta ser eleita a Santa Fátima de Felgueiras.
Segunda-feira, 10 de Outubro de 2005
Eram 7 horas da manhã quando acordei com o barulho de uma máquina que tentava aplanar um terreno, praticamente encostado à janela do meu quarto, onde brevemente vão construir um edifício. Levantei-me e fiquei ainda mais surpreendido com a intensa chuva que caía. Pensei... será um prenúncio de mudança nas cores das Autarquias do meu país!? Virá esta chuva lavar as actuais Câmaras!? E este trabalhador solitário, numa madrugada de Domingo, estará a querer dizer que os portugueses estão decididos a sacrificar-se pelo país, mesmos numa manhã domingueira e chuvosa!? Contra o que aconteceu em outras freguesias do país, cá na minha aldeia, esta preciosa chuva que caiu durante todo o dia, não lavou, nem sequer debotou a cor que impera na Junta de Freguesia de Pechão. Para tristeza de alguns, alegria de outros e surpresa de muitos (incluindo os vencedores e, confesso, eu mesmo), o Partido Socialista voltou a ganhar a maioria absoluta em Pechão. Colocou seis dos seus candidatos, enquanto a CDU, PSD e Lista Independente mantiveram um lugar cada. Esperamos agora, independentemente se estão tristes, alegres ou decepcionados, que todos os eleitos saibam estar unidos para o progresso e o desenvolvimento desta Freguesia que tem estado a crescer muito depressa. Esperamos também que a lista vencedora tenha agora a capacidade de concretizar todo o seu programa eleitoral durante estes quatro anos. Como cidadão português eu cumpri o meu dever: eram dez horas e dez minutos quando coloquei o meu voto na urna. Como cristão que sou, também cumpri o meu dever: eram onze horas e trinta minutos quando, na Igreja Evangélica Baptista de Olhão, e mais tarde na Igreja Evangélica Baptista de Alfandanga, eu orei pelos governantes que iriam ser eleitos pelo povo português. Fi-lo, eu e muitos outros cristãos, porque a Bíblia Sagrada nos incentiva a orar por todos. Fazemo-lo, muito mais pelos governantes, para que possam ter o discernimento necessário e a aptidão para as suas funções (independentemente do partido a que pertençam). Quanto ao resistente trabalhador que andava para cima e para baixo, dentro de uma máquina e debaixo de uma copiosa chuva, espero que seja de facto um prenúncio de que os portugueses estão dispostos a trabalhar, se necessário à chuva, para o progresso do nosso País. Só desejo que não exagerem no seu zelo pelo trabalho e nos deixem dormir um pouco mais nas madrugadas de Domingo. Se formos todos dedicados ao nosso trabalho entre a Segunda-feira e a Sexta-feira, estou certo que vamos ter um país bem melhor e sempre podemos guardar o Domingo para descansar, estar com a família e ir à Igreja (seja ela evangélica, católica ou outra).
Quinta-feira, 6 de Outubro de 2005
Acho extraordinário que os portugueses constantemente apelem para uma maior moralização dos políticos e da política em Portugal, quando ao mesmo tempo decidem votar em determinados candidatos que estão envolvidos com alegadas fraudes, corrupções, sacos azuis, etc. Fico admirado e ao mesmo tempo preocupado quando oiço resultados de sondagens em que apontam para a vitória dos mediáticos Fantastic 4 da política portuguesa. Penso que foi o líder do PSD que disse que não basta exigir aos políticos honestidade e uma maior moralização da classe política. É preciso que nas eleições, o povo vote correctamente. Concordo plenamente.
Segunda-feira, 3 de Outubro de 2005
Segundo o
"DN Online", o Estado Português vai finalmente rever os regimes de assistência religiosa em hospitais, prisões, Forças Armadas e de segurança, de modo a incluir outras confissões para além da católica, que detém neste momento o monopólio da assistência paga pelo Estado. Creio que isto vem com um atraso de três décadas, já que o actual estado de coisas é inconstitucional desde 1976, quando ficou estabelecida a redacção do artigo 41.º, que estabelece a liberdade de religião e culto e a separação entre Estado e religião. Enfim... como o povo diz, mais vale tarde do que nunca.